[Uma aparentemente inócua pesquiza no Google leva-nos a resultados surpreendentes. Imagine-se as coisas que se podem dizer sobre alguém com um nome semelhante ao nosso! Uma vez que em Portugal o Registo Nacional das Pessoas Colectivas, o Instituto da Propriedade Industrial, e outros organismos congéneres, não autorizam o registo de nomes de firmas confundíveis, porque será que cada pessoa, por maioria de razão, não deveria possuir um nome insusceptível de confundibilidade? Será que devo ponderar uma acção judicial, uma medida cautelar, ou o raio que seja, para me defender destes impropérios? Devo mudar de nome? Somebody help me!)
"Turn-key
Noticia na FSP [link] informa que Alckmin afirmou que o projeto da linha 4 do metro que afundou em SP (e diga-se de passagem mandou uma meia duzia para de onde a Meg voltou) estava sendo executado na modalidade turnkey por recomendação do Banco Mundial (ou BIRD? ). A consequencia do chique termo turnkey é a polemica sobre quem recai a fiscalização da obra e consequente responsabilidade pela tragédia.
Alias notaram que quase ninguem usou essa palavra para descrever o que aconteceu com o buraco. Tragedia no manual de redação da midia atual tem que ostentar de 50 mortos para cima.
Pois bem, ainda na mesma noticia o Sr. Jorge Rebelo, diretor ou alguma espécie de aspone do citado banco, rebateu dizendo que era mentira e que a instituição que representa jamais havia mencionado tal termo.
Eis que um(a) cidadão(ã), pesquisou sobre a coisa [link] (gosto muito de escrever coisa, me coloca ao nivel do mortais, coisa que está démodé na blogosfera atualmente) e descobriu que no contrato proposto pelo banco estava, sim, recomendado a modalidade turnkey para a execução da obra. Ou seja, que o Sr. Jorge Rebelo é um mentiroso ou então um irresponsavel que não lê os contratos que administra.
A razão deste é apenas ilustrar que há mais ficção na vida real do que na internet. Ou seria o contrario ?
Obs: Turnkey não tem pooorra nenhuma a ver com preço fechado. Você pode fazer um projeto desse tipo e cobrar por hora e material dispendido, o chamado time & material."
(Fonte: internet)











