O que me resta na vida
é a poesia.
Enquanto uns sofrem,
morrem de fome,
padecem de doenças terríveis,
enfrentam guerras,
eu faço poesias.
Enquanto uns abrem túneis,
outros constroem casas,
outros contabilizam,
outros erguem bandeiras,
operam curas milagrosas,
eu faço poesias.
Não sei aritmética,
não salvo vidas,
não sou hábil com as mãos,
nem tenho o poder
da vida ou da morte.
Sou uma nuvem breve.
Faço poesias e só,
mas não o consigo evitar. Tudo o que me apeteça dizer sem exclusão de temáticas ou conteúdos, através de textos que tanto podem ser crónicas, contos, poesia, ficção, diários, ou meros pensamentos surgidos no momento.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Nuvem breve (poema singelo)
O que me resta na vida
é a poesia.
Enquanto uns sofrem,
morrem de fome,
padecem de doenças terríveis,
enfrentam guerras,
eu faço poesias.
Enquanto uns abrem túneis,
outros constroem casas,
outros contabilizam,
outros erguem bandeiras,
operam curas milagrosas,
eu faço poesias.
Não sei aritmética,
não salvo vidas,
não sou hábil com as mãos,
nem tenho o poder
da vida ou da morte.
Sou uma nuvem breve.
Faço poesias e só,
mas não o consigo evitar. quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
No divã
O que somos?
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Flores à janela
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Simple mind
domingo, 21 de dezembro de 2008
A vida diante dos meus olhos
"O PROFETA"
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Gramática da poesia
Olhando para a Lua.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Amor e tormentas
domingo, 14 de dezembro de 2008
Gosto de azinho
Jason Mraz - "I'm yours"
Jason Mraz - o meu intérprete predilecto do novo "reaggae style". Quem sabe uma visita a Jamaica não esteja a fermentar no horizonte das minhas próximas viagens?!
A chegada
sábado, 13 de dezembro de 2008
Luz ilusória
Viagem ao passado
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Guilherme Arantes - Pedacinhos
Guilherme Arantes cantava esta linda balada como ninguém. Hoje, refugiado em São Paulo, diz-se que engordou, branqueou os cabelos e é produtor musical, ou seja: ganha a vida à custa dos talentos alheios.
A solução (a)final
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Tão longe
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
(Vista aérea do rio que banha a cidade mais linda de Portugal - Dezembro 2008)
Segue o Teu Destino - Maria Bethânia e António Alçada Baptista
António Alçada Baptista morreu este Domingo. O escritor tinha 81 anos e há muito que padecia de problemas cardíacos. Um dia, quando se reescrever a História da Literatura Portuguesa do século XX, espero que lhe seja dada a importância que em vida nunca teve. Trata-se de um dos maiores escritores portugueses contemporâneos, alguém que não tinha medo de confessar as emoções e a ternura imensa que nutria por tanta coisa. Um "escritor feminino", como ele próprio se retratava, mas, sobretudo, um verdadeiro príncipe das letras, dotado de uma cultura vastissíma e de um espiríto humanista e verve inigualáveis "Os Nós e os Laços", dos seus livros, o que mais admirei, já faz parte do acervo das leituras que jamais se apagarão das minhas memórias. Presto-lhe a minha sincera homenagem e curvo-me em respeito perante o seu génio.
Portugal é de nós, pequeninos
domingo, 7 de dezembro de 2008
Espaços de luz
Um novo Ser
O ilhéu
Eu entre os micos
Medo
Escamas prateadas de espécies marinhas voam juntando-se no fundo do oceano, Transformam-se em pássaros que sulcam a noite e o seu canto é um uivo que estremece o planeta. Se algum pousa no meu ombro, as suas asas envolvem-me e juntos fugimos ao azul mágico do eterno.
sábado, 6 de dezembro de 2008
O espertalhão que fugiu do frio
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Elogio da poesia
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
A eternidade
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Erudição em overdose
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Aeroporto da Portela - madrugada
É a terceira vez que viajo para a América do Sul. Nos últimos dois anos tem sido assim. Estranho ver-me nestes trajes - no preciso momento em que escrevo estas linhas, estão mais de 30º positivos e chove torrencialmente: uma tempestade tropical, com todos os ingredientes, assola há vários dias o sul do Brasil - completamente entrapado, no frio de uma madrugada infinita, aguardando pela abertura do check-in do balcão da Ibéria. No fiar dessa noite, ainda na gare do aeroporto, aproveitei para terminar a leitura de uma biografia de Olavo Bilac - dos poetas brasileiros, lado a lado com Carlos Drummond de Andrade e Vinicius de Morais, o meu predilecto - e comecei a leitura de um romance da Inês Pedrosa que há muito queria ler: "Nas tuas mãos". Como a viagem prometia ser longa, o que veio efectivamente a suceder, e como é meu hábito, também escrevi algumas notas soltas, apontamentos, e esbocei alguns poeminhas. Aqui fica um deles, talvez o mais coincidente com o estado de espírito do momento:
Entrou no espaço e sentiu-se acariciado. Descobriu a luz do além e penetrou ainda mais. Viajou na suavidade do escuro e era a imensidão. E era dormir sem chegar era dormir sem despertar e quando a luz iluminou a sua face retrocedeu e viajou infinitas noites buscando a imensidão.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
¡Suramérica espera para mí!
(Air Bus A 340-600 - Ibéria - cortesia do Google)
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Insone
(O velho guitarrista - Pablo Picasso)







