Tudo o que me apeteça dizer sem exclusão de temáticas ou conteúdos, através de textos que tanto podem ser crónicas, contos, poesia, ficção, diários, ou meros pensamentos surgidos no momento.
terça-feira, 30 de outubro de 2007
A nice pair of...
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
C vai casar...
Do amor ao conforto entre outras coisas
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Eu e a escrita
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
A felicidade é...
Este ano vou experimentar uma felicidade rara: conhecer o Verão em Dezembro. É verdade. Todos nós precisamos de falar de coisas que nos alegram e motivam. No Rio de Janeiro, cidade tropical, as estações do ano estão nas antípodas das nossas; ou seja, lá já está a ficar quente, pois a Primavera está quase a dar lugar à chegada do Estio. Na Cidade Maravilhosa, em Dezembro, estão mais de 40º positivos. Aqui, por essas alturas, escutamos canções de Natal e tremelicamos de frio com o traseiro o mais possível chegado ao calorífero. Estou desejando que chegue a hora de viajar! Até que enfim, outro pleno Verão, um Verão duas vezes num ano! Lá, durante esses quase vinte dias, não haverá agendas telefónicas, horas marcadas, actos solenes por realizar, nem dias de semana separados por Sábados ou Domingos. Vive-se um sonho, embora curto, é isso. Não há estados de alma, crises depressivas, melancolias, ansiedades. Tudo assim, como se a harmonia e a paz ainda pudessem por uns tempos tomar conta deste mundo. No Brasil, corre sempre uma sensualidade no ar. Há pés nus e corpos despidos na areia, um pouco por todos os lugares; braços com sabor a sal, ombros enxutos, cheiros de iodo, cabelos de maresia, descontração extrema, como se a vida fosse para ser vivida ao momento e nada devesse ser encarado de forma solene. Lá, abro sensações que já pareciam esquecidas dentro de mim. As aventuras de adolescente, as primeiras praias da minha infância, o desvelo no vestir, os chinelos nos pés; as bermudas, o sorvete a escorrer-me pela face, a água de côco geladinha, bebida pelo canudinho ao fiar da tarde, no Leblon. Os passeios à beira-mar, uma maré diferente, cheia de olhar para o outro lado do mundo, no horizonte, onde fica a minha terra-natal. Gosto da mornaça de certas manhãs, da pele queimada, do chuveiro de água doce, de sentir um suor e um calor muito diferentes invadirem-me o corpo todo, da impressão de um vento que surge do lado do mar, de repente, que me apanha sempre de surpresa. Acho que me estou a enamorar pelo Brasil. Não serei o primeiro, nem por certo o último.
Enterro Cigano
Estas fotos foram-me enviadas por mail e reportam-se a um enterro cigano ocorrido algures num país dos Balcãs. Salvo melhor interpretação das mesmas, parece-me que os familiares do defunto/a pretenderam recriar na íntegra o seu quarto de dormir, tendo inclusive chegado ao preciosismo de transportar toda a panóplia de bibelôts que o decoravam. Está-se mesmo a ver que a sepultura vai ser tapada com toda a parafrenália de móveis lá dentro. Para além do macabro das imagens, que é inegável, preocupa-me uma questão de sobremaneira mais pertinente: e se a moda pega? Imaginem eu, por exemplo, que gosto de ler, sepultado com todos os meus livros e as minhas estantes altas; alguém que gostasse de quadros, apertado em molduras de todos os feitios; ou um pianista, enterrado com o seu piano de cauda, inclusive com o banquinho e tudo... Por cá, num enterro cigano, imagino que o finado/a fosse embrulhado em "Lacostes" ou "Mike Davis" de contrafacção, tudo à mistura com CDs sacados da Internet - porque não? Ir para o "outro mundo" com os artigos da banca da Feira do Relógio para ajudar à viagem?! Vou pensar no (meu) assunto...prometo. Quando a Desidéria quer vender...
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Piaf - Um Hino ao Amor
Aqui fica o trailer de um filme que ainda não vi mas espero não perder. Piaf, com todas as grandezas e misérias que assombraram a sua mais que atribulada vida.
Por amor
A tropas na cidade. E eu?
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
A Porcina da FDL
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Da incompetência, entre tantas coisas
Ainda em Julho e sabendo da dificuldade imensa em obter passagens aéreas por alturas do Natal, fiz uma reserva para Dezembro, para o trajecto Lisboa-Rio de Janeiro-Lisboa, numa agência de viagens cujo nome me dispenso de mencionar. Na altura não paguei nada pois nenhuma quantia me foi exigida e apenas fiquei com o print informático comprovativo da reserva, bem como a garantia dada pela funcionária de que, dois meses antes da viagem, telefonar-me-iam para que procedesse à liquidação integral do preço, a fim de ser emitida electronicamente a dita passagem.
Hoje, por razões que reputo inexplicáveis, uma vez que não fazia parte dos meus planos ir à aludida agência, que por sinal fica distante das minhas rondas triviais, um impulso estranho atormentou-me a mente alertando-me que deveria ir até lá, mais não fosse para saber se estava tudo em ordem, apesar de ainda faltarem dois meses para a viagem e por me sentir perfeitamente tranquilo e seguro com as informações na altura prestadas.
Chegado à agência, apenas duas funcionárias se encontravam no atendimento e, como se não bastasse, os clientes presentes eram dois casais: de um lado do balcão, dois velhinhos, pouco alfabetizados e com imensa dificuldade em perceber as instruções da funcionária; no outro atendimento, um casal de noivos demasiado indeciso com a escolha da viagem de núpcias. Depois de já com ar de enfado perguntar se não havia mais ninguém para me atender, ambas as funcionárias sorriram-me e uma delas disse para eu aguardar. Estive vai não vai para desistir. Afinal na minha mente estava tudo bem e só aguardava o contacto da agência para proceder ao pagamento da viagem.
Quase no limite da paciência - esperei mais de cinquenta minutos - o casal de velhinhos lá levantou âncora e navegou para outras paragens. Foi então que a funcionária que os tinha estado a atender, que depois vim a constatar ser a gerente, me convidou a sentar.
Ainda descontraído, disse-lhe que só tinha passado por ali para me certificar de que a reserva da minha passagem aérea estava nos conformes e fiquei lívido quando ela me disse que a mesma tinha sido cancelada, ainda em Julho, por falta de pagamento. Uma vez que se tratava de uma tarifa classe E, mais económica, carecia ter sido paga nas setenta e duas horas que se seguiram à reserva . Se não houvesse lugares vagos, para as datas em que eu pretendia viajar, não havia nada a fazer.
Eu nem queria acreditar no que estava ouvindo. Fiz um esforço para não perder a compostura e apelei à lógica e à melhor das minhas argumentações, nunca descurando a firme vontade de ver o assunto resolvido a meu favor. Mostrei-lhe o comprovativo da reserva, com o meu número de telefone, as datas, o "Confirmado" aposto em maiúsculas no papel com o timbre da agência, o nome da funcionária que me atendeu, bem visível no fim da folha.
Com a voz mais serena que consegui afinar, afirmei-lhe peremptoriamente que só uma coisa me faria sair daquela cadeira: ver o meu assunto resolvido, a passagem emitida e, claro, ao preço que havia contratado em Julho - por alturas natalicías as passagens, sem reserva anterior, acrescem em mais de cinquenta por cento no preço!
«A culpa foi da Cidália que não reparou que a reserva que fez ao Sr. Dr. (não sei das quantas - que presumo fosse eu) fazia parte da classe E, logo tinha de ser paga nas setenta e duas horas seguintes uma vez que a TAP exige que a passagem seja emitida nesse lapso de tempo!» - os diálogos sucediam-se, os telefonemas, o nervosismo estava instalado. Eu aguardava.
Perante a minha irredutível posição em querer ver o assunto resolvido na hora, sucederam-se contactos para Lisboa, para a direcção da agência, para a Cidália - estava de folga, coitada! - e lá me engendraram uma solução algo ardilosa: viajo em classe executiva - naquela em que é possível estender o esqueleto durante as dez horas que dura a viagem! - (nessa ainda havia lugares vagos!), a preços de Julho, da classe E (E, de económica, pois está claro!), nas precisas datas e condições que reservei e contratei, pois caso contrário já só haveria regresso a Lisboa para meados de Janeiro - não que eu me importasse de ficar a torrar no Brasil por um mês!
Da incompetência da Cidália, que ignorou os sucessivos mails da TAP alertando-a para a necessidade de emitir o bilhete nas setenta e duas horas seguintes; que não me avisou do facto, nem nunca me telefonou; que deixou negligentemente a reserva a marinar numa pastinha de plástico sem nunca mais cuidar do assunto, a direcção da agência promete cuidar à posteriori.
No Direito, na parte dedicada à Responsabilidade Civil, há uma figura que se chama Direito de regresso contra quem é subjectivamente responsável pelo dano - responsabilidade subjectiva, já que a responsabilidade objectiva, é, claro está, da própria agência - facto que julgo não carecer ulteriores explicações, mesmo para os leigos no assunto.
Moral da história:
Sempre que tenham razão, não saiam dos vossos lugares, mantenham a cabeça fria, não se amedrontem e esgrimam os vossos argumentos com alguma serenidade. (Respirar fundo antes de começar a falar ajuda). Ficar sentado numa cadeira e dizer com ar decidido: «Só me levanto daqui quando o assunto estiver resolvido!» - é uma forma convincente de adestrar quem de direito a resolver os problemas (que criou e pelos quais é responsável - objectiva ou subjectivamente) e solver os eventuais prejuízos pelos quais lhe cabe responder. A persistência, quando se tem razão, quase sempre compensa.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Palavras da noite
Leve é a (minha) noite
Este fim-de-semana, à semelhança de tantos outros, passei à noitinha pelo Casino Estoril e deixei-me ficar um bom bocado no Du Art Garden, mesmo junto ao palco, creio que na mesma mesa de sempre. Quando estou por lá, rodando nas mãos o useiro copo a verter sumo de laranja com pedras de gelo, não posso deixar de sorrir interiormente e sentir um certo conforto, sempre que os meus olhos se demoram pelo ambiente circundante que me rodeia. Consciente de que não jogo, porque não gosto, não fumo, nem ingiro álcool, por opção própria - não que se trate de algum puritanismo arrivista, nem tão pouco de alguma caretisse aguda ou preocupação desmedida com a minha condição fisíca - sinto que essa "liberdade", desde que a tenho, conferiu-me alguma discricionariedade sobre a minha vida e sobre as opções (boas ou más) que nela tenho tomado. Os vícios, para além de nos arruinarem a saúde em acelerado, tolhem-nos os movimentos e impedem-nos de sermos livres, no exacto sentido da expressão; e uma decisão quanto mais livre tiver sido tomada tanto melhor. Sinto alguma pena, sei que não devia, sempre que os meus olhos descobrem senhoras, muitas delas com idade para serem minhas mães, freneticamente agarradas às máquinas de Poker e Black Jack, embebedando-se com whisky e fumando cigarros uns atrás dos outros. A solidão dos jogadores quase sempre se afivela nestas funestas companhias: o tabaco e o álcool. Que lhes poderia dizer eu, eu que também conheço os silêncios do vazio e a eterna esperança da luz? Acho que o essencial caberia numa carta, numa curta missiva, e sei que teria a meu favor a clareza do sentimento e a verdade da mensagem, apesar da mais que certa pobreza das palavras com que me exprimiria.
O Du Art Garden ganha maior vida a partir das altas horas da noite. É nesses momentos que o grande hall do Casino se enche e os espaços de jogo febrilham de gente. Um odor agri-doce condensa-se no ar, mesclado com estranhos perfumes e cheiro a tabaco, o que por momentos me faz tornar às memórias das antigas tabacarias da Lisboa da minha infância. Esse estranho odor começa a impregnar-me as roupas e é por essas alturas que começo a sentir vontade de ir andando. Cá fora, junto às heráldicas e requintadas mansões do Estoril, empoleirado no paredão à beira-mar, caminho lento, sentido a maresia tocar-me ao de leve na face. Os meus pensares fluem de novo, agora já sem leveza. Será possível restringir a vida ao que se vive no momento presente? Essa tentativa já foi empreendida por alguns escritores. Fê-lo André Gide, por exemplo, no romance Les Nourritures Terrestres, e levou-a às suas últimas consequências. Fazendo o elogio do instante, vivido com a emoção extrema de um absoluto enfim possível. A ideia é sedutora: viver apenas o instante, desapegado de qualquer preocupação com o passado, ignorar o porvir, numa concentração quase total do ser; como se esse instante fosse a manifestação da eternidade. Mas a ilusão depressa se esvai quando o meu pensamento tira consequências disso. O instante é apenas isso: um momento fugaz; e este minímo de consciência do tempo permite-me continuar a caminhar sem me deixar colher por esta inconsciência de pensamento fácil. Tal atitude existencial, que consiste em fechar-se na felicidade do instante, já não me é suportável. E para a poder encarar, sou levado a destruir, se for caso disso, essa liberdade em nome da qual se justificaria a escolha do instante contra a duração. Chego, portanto, sempre à mesma conclusão: tenho de admitir que a minha vida engloba a duração, mais do que a primazia do instante fugaz, imaturo, do fogo-fátuo ou da felicidade de cordel. Também renego a "felicidade dos livros", a sensação de que quantos mais livros ler, quanto mais cultura absorver, mais preparado estarei para o porvir e mais maduro e sensacional serei como pessoa. Completamente errado. A maturidade, nascente em mim, cada dia que passa, fez-me inflectir em muitas formas de ver e pensar as coisas. Cada vez mais me convenço que as experiências de vida díspares, a compreensão dos sentimentos, o sentir o pulsar da vida na sua plenitude, o conhecimento da alegria e da dor, a vivência empírica, enfim, são as fontes de riqueza maiores que alguma vez poderei almejar ter. É isto aquilo que verdadeiramente nos faz crescer e tomar consciência. O refúgio absoluto nos livros, nas "experiências puramente mentais", no ver a vida através dos olhos dos outros, é um erro crasso que já não tornarei a cometer. Ler, passou em definitivo a actividade meramente lúdica nos meus quotidianos. Já não a catalogo como um fermento vital no meu crescimento interior. Foi preciso crescer um pouco mais para poder dizer isto com alguma segurança.
[O Casino visto ao longe ainda é mais bonito. Fulge, na noite, como uma princesa cheia de mistérios e diamantes e a sua luz rebrilha pelos telhados das mansões apalaçadas e pelas copas das árvores centenárias. O Estoril sempre me encanta. Os olhos turvam-se-me e sento-me perto da amurada enquanto observo fiadas de gente que se desloca, de carro e a pé, em todas as direcções. Sei que naquele lugar ninguém dorme e a vida ali não é um mero sonho. Naquele lugar o sonho é sinónimo de vida. Estou com sono e vou deitar-me. São 04.30 minutos da manhã. Daqui a pouco nasce o dia e tenho de ir buscar uma princesa de verdade, que mora num foral mais pobre, um pouco distante daqui. Nós, eu e ela, pertencemos a outros mundos que pouco ou nada têm a ver com isto que me circunda.]
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Caminhos
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Voos mais altos precisam-se!
Em pouco tempo viajei em jacto comercial e hoje em monomotor turbo-hélice. Da próxima vez não me convidem para outros voos que não sejam viagens espaciais. A fazer fé na minha sorte, quem sabe se o próximo utente abastado que me dirigir convites alados, não é um astronauta em trânsito por terras do Lis, com a nave estacionada algures no meio do Pinhal de Leiria? Nem que fosse um E.T., eu na mesma aceitaria! O que eu queria mesmo era ver a minha terra lá do alto, do espaço sideral, para ver se é mesmo azulinha cobalto como por aí dizem...
Madrigal - cavalgando nos céus
Hoje recebi um convite inesperado que acabei por aceitar. Tratava-se apenas de dar uma voltinha pelos céus de Leiria e arredores mas... resultado: acabámos por tomar um rumo distante (foi necessário, via rádio, obter o consentimento da Base Aérea de Monte Real ) que nos levou a sobrevoar a Lagoa da Ervedeira, o Pedrógão, a Figueira da Foz, Aveiro, para finalmente sobrevoarmos Coimbra e aterrarmos no aérodromo municipal de Leiria. "As conversas são como as cerejas", disso não tenho dúvidas. Em amena cavaqueira com um empresário abastado cá da região e após a useira pausa que sempre se segue aos actos formais que pratico, o tema, sabe-se lá porque carga de água, acabou por se centrar nos aviões - adoro tudo quanto se relacione com a aeronáutica! Nem mais. O dito cavalheiro, proprietário de um Cessna novinho em folha, adquirido em leilão nos EUA, a precisar de lubrificar pistãos e rodar uma hélice acabada de montar, fez questão em me presentear, ao final da tarde, com um passeiozinho pelas lindas paisagens da região. Já não é a primeira vez que me desloco nestas geringonças voadoras mas, para quem conhece o verdadeiro prazer de voar, o "reality show" vive-se nestes pássaros de aluminio pintalgados às cores, por dentro tão pouco espaçosos e mal insonorizados que só a custo esticamos a pernas e nos conseguimos ouvir uns aos outros. Foi um final de tarde diferente, um passeio que durou quase uma hora, mas consegui sentir-me um cavaleiro dos céus, embora para o final já só desejasse pousar em segurança naquela pista ridiculamente pequena, que se avistava lá em baixo por entre as árvores. Despedi-me agradecido mas, confesso, gostei de sentir de novo os pés no chão. Ser cavaleiro dos céus é bom, mas só muito de quando em quando. Alice
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Artefacto curioso e útil - Outono/Inverno 2007/2008
Ainda na senda dos artefactos de bom gosto e inegável utilidade, eis que também descobri um modelo originalissímo de cama-de-casal, que igualmente desconheço se já se encontra patenteado, com aspecto de ser capaz de aguentar as diatribes dos casais mais inventivos e exigentes. Desaconselha-se, por certo, a instalação no quarto-de-casal de alguns materiais, tais como: tectos espelhados, aplicações de pladur, ou de outros materiais menos consistentes; e aconselha-se, sim, a utilização de capacetes adequados, pois a força retráctil das molas parece bem capaz de impulsionar qualquer pecador até ao tecto. Tudo isto, obviamente, a uma velocidade ligeiramente inferior à do som.
J.R. 09.10.2007
Um artefacto curioso - Inverno 2007/2008
Agora que o tempo invernoso se aproxima e com ele os dias das grandes chuvadas, nada como um artefacto engenhoso como este para tornar os casais apaixonados inseparáveis, inclusive nos dias das intempéries. Não sei, nem imagino sequer, se o modelo em questão se encontra pantenteado (tenho forma de o saber), mas imagino que, a ser verdade, faria um grande sucesso junto de alguns casais (hiper-românticos) que fazem questão de se abraçarem o mais possível, inclusive durante os seus promenades em dias de chuva. Se a moda pega..! J.R. 09.10.2007
Giacomo Puccini - "Madame Butterfly"
Giacomo Puccini é um dos meus compositores italianos preferidos. Aqui trata-se da versão apenas musicada da famosa tragédia japonesa «Madame Butterfly». Maria Callas, bem como o recém falecido Luciano Pavarotti, interpretaram como ninguém esta música que, estou certo, ficará para sempre nas memórias musicais de todos quantos apreciam o género.
Debaixo da língua
O poder da criança
(Almada - 1999)





































