Elvis Costello, acompanhado, no piano, pelo autor e intérprete originário da famosa balada, Burt Bacharach, nesta comédia hilariante que vale sempre a pena rever.
Tudo o que me apeteça dizer sem exclusão de temáticas ou conteúdos, através de textos que tanto podem ser crónicas, contos, poesia, ficção, diários, ou meros pensamentos surgidos no momento.
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Elvis Costello - I'll Never Fall In Love Again
Na interpretação de Elvis Costello, a famosissíma canção que à época a todos encantou e, apesar dos anos, continua a encantar. Escutá-la no Du Art Garden do Casino Estoril, interpretada pela delicodoce e portentosa voz do Pedro Malagueira, acompanhado pela magnifíca orquestra residente, é viajar aos anos 60 e obviamente sonhar.
A tua atenção
Jorge Rebelo
(Barreiro, 2005)
As velhas velas
Pensamento incendiado
Um vulgar titã
Tibieza que não espana o pó,
Dos insucessos flagrantes, esmeraldinos,
Colecciona martírios de meter dó,
Na prateleira dos mesmos desatinos.
[Ó Titã, da desventura invencível,
Se a cada hora não fosses um verdugo,
Mas antes uma teta aprazível,
Queria, noite e dia, mamar do teu suco!]
A ameba respira, existe, dança,
No corpo dos gigantes do desamor,
E não há quem a veja em mudança,
Só porque tu, Titã, destilas mais calor.
Jorge Rebelo
(Barreiro, 2001)
Língua viperina
A língua exânime de tanto taramelar,
Novelas de destrambelhos dos comparsas,
Ainda excogita novos alentos p'ra continuar,
O desfile flamante das desgraças.
É o principal órgão de sentir o gosto,
E cansada dos amores p'la filologia,
Linguaja ainda na fase do mosto,
Tomando o ofício de víbora por idolatria.
E quanto mais eloquente for a dita,
Quando espezinha os adversários,
Maior certeza tem de ficar erudita,
Nesta história de mentiras e falsários.
In dúbio, mate-se a léria de vez,
Pois não há certezas seguras,
De que o próprio veneno já não o fez,
Sempre que ela faz suas as mordeduras.
(Barreiro,2001)
Sem título
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Uma melga de vassoura?!
Momentos
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Um passeio singelo
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Blue
Sinto-me blue, mais ou menos desta tonalidade. Não sei dizer em concreto o número do pantone, mas creio que se situará algures entre o azul cobalto e o azul ferrete. Dormir, como alternativa, é a panaceia recorrente que me ocorre sempre que se trata de mitigar os blues que pintam os céus do meu mundo. É pois isso mesmo que vou fazer.
Tempo se perde
Eu e vós
O paladar das férias
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Livros - Tigre de Papel
À conversa com a minha sombra
Fátima. Pedimos a sua compreensão.
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Cem mistérios pelas estradas de Sintra
(Palácio dos Milhões - Quinta da Regaleira)
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
World Press Photo 2007
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
How Addicted to Blogging Are You?
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Richard Clayderman 1999 - ao vivo em Tokyo. Um "Classic Medley"
Richard Clayderman, injustamente apelidado pelos puritanos da música excelsa, onde pugnam nomes como o do Maestro Vitorino de Almeida entre outros, como sendo «um pianista pimba», toca muitissímo bem piano, como já tive oportunidade de constatar numa performance a que assisti no Casino Estoril. O facto de ser um intérprete, não um maestro ou um criador, não lhe retira os méritos.
Natália
Dr. Jekyll versus Mr. Hide
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Ayer
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Chris Montez - The More I See You
É, seguramente, a segunda vez que publico este vídeo de Chris Montez - «The more I see you» - mas acontece que assisti recentemente à performance desta música, interpretada pela orquestra do Casino Estoril, e...adorei! As canções bonitas, que nos invadem de alegria e bons sentimentos, são intemporais. Nesse campo, os idos anos sessenta ainda são uma referência mitíca.
Um estremecimento
Uma analepse na algibeira da vida
Fala-me de tudo
(Barreiro - 2004)
Duas Luas
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Os segredos e a vida
terça-feira, 7 de agosto de 2007
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Eu sou...
Um pensamento sem moderação
[Apaguei a lua e deitei-me.]
Ego sum qui sum
[Na anáfora azulada do fumo do meu cigarro,
o elíptico despojo de um veneno amorfo ascendente,
amofinou-me com a bestialidade de figuras tétricas:
uma falena, um anacoreta, um halo incandescente,
todos subindo sem rebuço no tecto da sala, quase assimétricas.]
E no serôdio desta noite sacerdotal e rugida,
pensei-me um rouxinol rúbeo que de súbito se calou,
farto de agastar a voz para o ronco do eco da vida,
gorjeares trinchados por um desnorte que o vento abafou,
com o sentido quixotesco de uma soturna vontade de partida.
Fiquei quedado com a acumulação de tantas frases loucas,
como um prurido que só a mim me atingiu e prosterna,
e profano a semântica com esta senda de notas soltas,
assumindo de pleno, com frialdade, a sua origem paterna,
(Serei eu quem beija, às vezes sem sentir, demasiadas ou poucas ...)
Jorge Rebelo
Barreiro 1998 - Poesia alternativa
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
Festival dos Oceanos




